Elogio: quando é sincero é bom, quando não for sincero é bajulação
Elogiar é oferecer ao outro um espelho onde ele se vê com os olhos do cuidado, do respeito e da valorização.
Sentir-se valorizado e reconhecido, aumenta a autoestima e, é fundamental em todas as fases da vida, em especial na infância.
6/02/2026
O Elogio de Augusto Cury
Visualização do filme “Palestra” e leitura de um texto do livro “O Elogio” de Augusto Cury.
O Carnaval com as suas diversas importâncias: Cultural (dança e criatividade), económico (turismo), social (inclusão, pertença de grupo e imaginação).
Ao Carnaval cujo significado é retirar a carne, com o jejum que deveria ser realizado durante a quaresma, assim como a abstinência dos prazeres mundanos, segue-se a Quarta-feira de Cinzas, depois o Domingo de Ramos e finalmente a Páscoa.
Anita Fernandes
13/02/2026
Carnaval e Quaresma
Quaresma:- Entre a Quarta feira de cinzas e a Páscoa vão 47 dias, mas a Quaresma são 40 dias pois os Domingos não contam.
Vertentes do Carnaval : - Cultural, Social e Económico
No Carnaval as pessoas que se mascaram, com a liberdade de…cada um pode fazer o que lhe der na vontade, porque…”É Carnaval ninguém leva a mal”…Fica a duvida?! A pessoa revela-se como ela é na sua personalidade e andou o resto do ano a fingir ser quem não era, ou…
Há casos e casos…Opiniões diversas sobre o significado da palavra…Pagã…
Inclusão Social…Misturam-se classes Sociais e identidades diferentes
Benefícios de lazer e de imaginação e criatividade na confecção de trajes e máscaras, especialmente pela alegria das crianças, e ao mesmo tempo alívio de tensões sociais.
É muito mais do que uma Festa, sendo um pilar Cultural que fortalece comunidades impulsionando a economia e proporcionando momentos de união e alegria.
A tendência de ajustar o comportamento ao outro pela necessidade de pertença Uniformização do comportamento da maioria, que nem sempre tem a razão.
As normas sociais influenciam o comportamento humano, status e regras sociais. Vários exemplos fora do padrão comunitário. O “Ser” social precisa do outro.
Variados testemunhos sobre diversas situações, dos alunos presentes.
Aula de 16 de Janeiro de 2026
Continuação do tema anterior: A Socialização
A Experiência de Solomon Asch é um dos estudos mais clássicos da psicologia social e ajuda a compreender como a socialização e a pressão do grupo influenciam o comportamento humano, mesmo quando a resposta correta é óbvia. Experiência de Conformidade de Solomon Asch (1951). Objetivo
Investigar até que ponto as pessoas conformam as suas opiniões às do grupo, mesmo sabendo que o grupo está errado. Um participante verdadeiro era colocado numa sala com 7 a 9 pessoas (atores). Era mostrada uma linha de referência e três linhas de comparação. A tarefa era simples: dizer qual linha tinha o mesmo comprimento da linha de referência. Os atores davam respostas erradas de forma intencional, de maneira unânime. O participante verdadeiro respondia em voz alta, depois de ouvir o grupo
Resultados principais:
- Cerca de 75% dos participantes conformaram-se pelo menos uma vez. Em média, houve conformidade em cerca de 33% das respostas. Apenas 25% nunca se conformaram ao erro do grupo. A experiência mostra que, durante a socialização, as pessoas podem abdicar do seu próprio julgamento para: Evitar rejeição social → medo de parecer diferente ou de ser excluído.
Manter harmonia no grupo → valorização do consenso social. Duvidar de si próprias → “Se todos pensam assim, talvez eu esteja errado.” Tipos de influência social identificados. Influência normativa: conformar-se para ser aceite socialmente.
EMOÇÃO
Aula de 23 de Janeiro de 2026
PSICOLOGIA PARA UMA VIDA SAUDÁVEL
Professores :- Vítor Vitorino / Mª José Bento
Boas vindas ao regresso do Professor Vítor Vitorino
Resumo da aula: EMOÇÃO
Tema : Porque temos medo?
Como o nosso comportamento é adaptável às situações: Medo provocado por estímulo exteriores. Emoção ou sentimento, dependendo do estímulo
Medos que por vezes são antecipados à realidade
Reflexão sobre situações de medo já passadas por cada um.
Várias maneiras de enfrentar o medo
Função primordial do medo…Alerta, e sinaliza perigo real ou potencial
Situações de sobrevivência : - Lutar, fugir ou congelar. O que desencadeia o medo?
Perigos físicos
Experiências passadas
O desconhecido
Fatores Psicológicos/ Sociais. Quando o medo se torna um problema:
Fobias…Ansiedades…Em resumo: - O medo é uma ferramenta poderosa de auto-preservação mas a sua origem e intensidade variam, podendo ser uma proteção vital ou um obstáculo dependendo de como é interpretado ou gerido.
(António Ferreira)
SIMPLICIDADE
Aula de 30 de Janeiro de 2026
PSICOLOGIA PARA UMA VIDA SAUDÁVEL
Tema: Simplicidade BIOLOGIA – economia de tempo, menos esforço. Psicologia – não precisar de provar que Psicologia – não precisar de provar quem somos. Sociologia – ato de resistência contra o excesso. Antigas tradições – ter acesso a algo anterior, ao esforço para ser alguém. Evolução, estatuto. Simplicidade para a Psicologia é um estado mental e um estilo de vida, focada na redução de distrações, valorização do essencial e cultivo da paz interior. Envolve o autoconhecimento, a fim da valorização do essencial, para eliminar o supérfluo, sem a necessidade de aparentar o que não é, promovendo o bem estar emocional e inteligência intelectual, ao assumir erros e limitações.
Principais características:
Ausência de complexidade: Algo fácil de compreender, descomplicado Naturalidade, espontaneidade
Modéstia / sinceridade: Ser franco e direto, sem rodeios.
Modéstia/ falta de ostentação:
Viver sem luxo ou exagero, valorizando o essencial
Clareza: na comunicação ou no estilo, sendo diretos e eficazes, sem rodeios.
Exemplos de aplicação:
Estilo de vida: optar por menos coisas, focar em experiências e não nos bens materiais. MAIS SER DO QUE TER
Comunicação: falar ou escrever de forma concisa e direta, sem rodeios. Algumas considerações sobre o tema entre os presentes.
Leitura breve de um texto de Augusto Cury, sobre a simplicidade.
A ”Psicologia para uma vida saudável" tem estado silenciosa, mas muito ativa! Quatro turmas a funcionar em pleno, sala cheia.
Continua a crescer o interesse por esta disciplina e cada vez mais se torna necessário apostar nesta área, tendo em conta os constrangimentos criados pela pandemia e outros acontecimentos globais que interferiram (e continuam a interferir…) com a saúde mental. Na verdade, o stress, a ansiedade, o medo e as fragilidades físicas são problemas reais, muitas vezes vividos de forma solitária.
Por outro lado, há mais informação sobre a importância da Psicologia na melhoria da qualidade de vida e isso é fundamental numa universidade sénior.
Os professores Vítor e Nelson, têm-nos sabido acompanhar com muita competência e sabedoria, fazendo com que sejamos também construtores de relações amigáveis nesta universidade, onde também vivemos de afetos.
Há sempre a oportunidade de aprender, de dar testemunhos de vida e partilhar preocupações de forma a minimizar o efeito dos problemas que desativam o nosso bem-estar e agigantam as mágoas. Percebemos que há alternativas, há ajudas e esse é o trabalho do psicólogo.
Começámos pelo conhecimento do “eu”, para que sejamos capazes de olhar de frente, com sinceridade, os nossos pensamentos, atitudes e opções que, na verdade, são os responsáveis por noites sem sono e dias cinzentos.
Aprendemos algumas estratégias para ter uma “mente positiva" e atitudes de comunicação que podem fazer a diferença na relação que estabelecemos com os outros. Especial realce foi dado à “escuta ativa”, nesta redefinição de conceitos e comportamentos capazes de gerar magia no nosso quotidiano.
A autoestima até deu direito a conferencista (Dra. Débora Água Doce) especialista na matéria. Na verdade, ninguém ajuda ninguém se primeiro não cuidar de si próprio e ninguém ama se não se amar primeiro.
Continuamos com o interesse em alta e preparados para continuar.
Sabemos, agora, que é possível trabalhar em nós o que nos impede de viver bem e reformular posturas, atitudes e expectativas para ter os dias mais leves e cheios de luz.
Em tempos de Pandemia, o Serviço de Psicologia da Casa do Educador & Unisseixal continua a desempenhar funções em tele trabalho, ao serviço dos alunos da Unisseixal e dos membros da Cesviver.
Atualmente existem 5 grupos de alunos, mediados pelos psicólogos, Dr. Vítor Vitorino e Fiona Sofia, que realizam video conferências por Messenger às segundas, quartas e sextas-feiras, e, cujo conteúdo é publicado na Página de Facebook: “Unisseixal – Psicologia para uma vida saudável”. Esta dinâmica tem como objetivos a promoção do bem-estar e convívio através de partilhas; o fortalecimento das relações interpessoais; a estimulação de funções cognitivas, nomeadamente da atenção e da memória a curto e a longo prazo; o desenvolvimento do empowerment, tornando os participantes com um papel mais ativo e autónomo; tudo isto é promotor de uma melhoria na qualidade de vida, bem como de um envelhecimento mais saudável e ativo.
As consultas de apoio e de acompanhamento psicológico estão a decorrer pelo telefone ou por video chamada por Messenger ou WhatsApp.
Têm sido feitos contatos telefónicos aos alunos das turmas de psicologia da Unisseixal e dos membros da Cesviver, de forma a disponibilizar apoio psicológico, caso seja necessário e, se possível, ir ao encontro das necessidades expressas pelas pessoas.
Dado que todos anos aparecem mais novos casos de défices cognitivos que podem ter diversas origens, tais como, por exemplo, depressão, AVC, Parkinson, Esclerose múltipla, Traumatismo Craniano Encefálico, entre outros, a estimulação das funções cognitivas torna-se, deste modo, algo cada vez mais pertinente. Neste sentido, o Serviço de Psicologia da Casa do Educador & Unisseixal dispõe de um Programa Certificado de Treino Cognitivo Informatizado denominado de Cogweb.
É relevante referir que os estudos indicam que os programas de intervenção cognitiva são eficazes na estabilização ou na melhoria do défice cognitivo, e que promove, desta forma, uma manutenção ou um aumento do desempenho cognitivo e da autonomia da pessoa, de acordo com as características do utente/cliente e, caso exista, da lesão.
Este programa é uma ferramenta que permite a implementação de planos de treino cognitivo online, supervisionado e prescrito, neste caso, pelo psicólogo; e que vão de acordo com as necessidades das pessoas.
Neste seguimento, é importante referir que existem diversos tipos de exercícios, e que estão organizados por função cognitiva (atenção, memória, funcionamento executivo, linguagem, capacidade construtiva e cálculo, e que permite a evolução ou a regressão de nível de dificuldade, consoante o desempenho do utente/cliente).
A grande vantagem que os alunos têm ao realizar estas sessões em casa, no seu computador pessoal, devido ao confinamento que a Pandemia Covid-19 gerou na vida de todos nós, é que podem fazer a sessão de treino cognitivo sem um tempo programado, as vezes que desejarem, diariamente, sozinhos e/ou em família, podendo consultar, no final da sessão, os seus resultados.
Atualmente as sessões de treino cognitivo através do Cogweb estão a ser realizadas por alguns alunos da Unisseixal e membros da Cesviver que solicitaram este tipo de serviço, o que está a desencadear uma superação de dificuldades geradas por diversas crenças bloqueadoras que as pessoas tinham em relação à tecnologia; promovendo assim, um aumento de confiança, bem-estar, autonomia, motivação e autoestima.
Desde há cerca de 6 anos que a Casa do Educador tem vindo a prestar um serviço aos seus Associados, Aderentes da Cesviver e Alunos da Universidade Sénior do Seixal (o qual é designado por “Conversas com o Psicólogo”), e que compreende um Atendimento Psicológico Pontual.
É neste quadro que, por marcação (normalmente às 3ª Feiras de manhã), o Professor Dr. Vítor Vitorino tem vindo a atender, quando solicitado, pessoas que manifestam vontade e/ou necessidade de partilhar algumas das suas preocupações, problemas, angústias, dúvidas, ou, apenas conversar com “alguém”, e, caso seja necessário marcar-se para outro dia, deve entrar em contacto com a Secretária da Casa do Educador (Sra. D. Cármen).
Temos agora o gosto de anunciar que passámos a contar, também, com a colaboração da Psicóloga Fiona Sofia, que se encontra a realizar o seu Estágio Profissional na Casa do Educador, e, como tal, também ao serviço dos Sócios, Alunos e Aderentes da Cesviver e da Universidade Sénior do Seixal, que irá, juntamente com o Professor Dr. Vítor Vitorino, dinamizar as Aulas de Psicologia para uma Vida Saudável, desenvolver Sessões de Estimulação Cognitiva Grupais e Individuais, Realizar Avaliação Psicológica e Acompanhamento Psicológico com supervisão sempre que solicitado, bem como aplicar Inquéritos de Satisfação aos alunos da Unisseixal e sua análise estatística, no sentido de Promover um maior Bem-Estar e Qualidade de Vida a todos.
A psicologia tem várias ramificações de conhecimento e neste artigo falaremos daquela que se dedica a estudar como se dá o aprendizado em ambientes educativos e a eficácia das intervenções neste contexto.
Trata-se da psicologia da educação, que se centra no processo de ensino-aprendizagem.
Definindo a psicologia da educação
Segundo os pesquisadores, a história da psicologia da educação se confunde com o início da psicologia científica e a evolução do pensamento educativo, em meados do século XIX.
A tarefa mais importante da psicologia educacional é verificar, entre os conhecimentos proporcionados pela psicologia científica, quais são os mais importantes para compreender o comportamento das pessoas no ambiente educacional.
Psicologia escolar e da educação
Apesar de serem muitas vezes utilizadas como sinónimos, os teóricos destacam haver diferenças fundamentais entre as duas áreas.
Os psicólogos educacionais dedicariam seus esforços à investigação e produção de conhecimento, enquanto os psicólogos escolares trabalhariam na rotina das escolas e instituições de ensino, juntamente com a psicopedagogia. Ou seja, a primeira seria uma área de conhecimento e a outra um campo de atuação profissional.
O cérebro é uma das ferramentas mais avançadas que o ser humano tem. É um órgão complexo que forma o sistema Nervoso Central e que constitui a parte mais volumosa e conhecida como encéfalo.
O cérebro é o órgão encarregado de controlar e regular a maioria das funções do corpo humano e da mente.
Controla as funções vitais como: temperatura, pressão sanguínea, ritmo cardíaco, respiratório, dormir e comer.Controla também os movimentos que fazemos como: caminhar, andar, correr, falar,estar de pé, etc.
Controla também as funções cognitivas, a memória, aprendizagem, percepção. Recebe, processa, integra toda a informação que recebe dos sentidos, a vista, o ouvido, o tacto, o gosto e o olfacto.
É responsável pelas nossas emoções. «Já dizia Hipócritas, o cérebro humano, é uma das criações mais complexas, enigmáticas e ao mesmo tempo perfeitas do universo.
►Podemos treinar e melhorar as funções do cérebro?– Podemos! Iremos ver como.
►Podemos tomar medidas para prevenir / retardar a degradação das funções cerebrais que ocorrem com o passar dos anos? – Podemos! Iremos ver como.
Para fazermos uma avaliação da nossa Saúde Mental, o prof. Vitorino forneceu nos um questionário com 33 perguntas às quais tínhamos que responder, aplicando uma chave padrão fornecida , no final, a qual nos dá uma indicação de como como pode estar a nossa Saúde Mental e do que podemos fazer para a melhorar e prevenir uma precoce degradação cerebral.
As indicações /sugestões que nos dá o questionário, é aquilo que cada pessoa é, e podemos aceitar alguns desafios, em termos de práticas e hábitos, com vista a corrigir aquilo que possa estar menos bem, no nosso dia a dia.
Isto é uma competição, connosco mesmo, e ao fazermos um propósito em melhorar alguma coisa nomeadamente na alimentação e por ai fora, como a seguir se descreve.
Então para melhorarmos a nossa saúde mental, podemos deitar a mão a várias ferramentas, nomeadamente:
►Termos uma alimentação saudável, beber muita água, ausência de tabagismo, exercício físico, ter um bom relacionamento(familiar e com os outros), meditar, ler e escrever, dormir bem e descansadamente, ter objetivos para a vida, nada de stress e ausência de solidão.
Brevemente voltaremos a abordar este tema.
Para um estudo mais aprofundado recomendamos a obra:
Cuide do seu Cérebro … e melhore a sua Vida, de Álvaro Bilbau, Editora Planeta, Lisboa, 2017
As caminhadas aumentam a criatividade e as ideias surgem com mais facilidade, diz um estudo da American Psychological Asssociatiom.
Pensamento
Caminhar melhora o despenho do pensamento, desencadeando o processo de passagem de uma ideia para a outra.
Atenção
Permite ainda renovar a capacidade de atenção e leva as pessoas a desempenharem tarefas difíceis no trabalho com melhor disposição.
Criatividade
Aumenta também exponencialmente a criatividade, pois andar ao ar livre leva que haja uma renovação cognitiva e emocional predispondo a pessoa a obter novas ideias.
Ideias
Caminhar aumenta a tendência das pessoas para falarem e potencia a expressão da memoria associativa, facilitando assim o surgimento de mais ideias.
(Artigo da Revista Visão onde o Prof. Carlos Neto, da Faculdade de Motricidade Humana diz:)
“Viemos ao Mundo para caminhar, não para estarmos sentados”
Neste ano é propósito do professor Vítor Vitorino, abordarmos e reflectirmos sobre vários temas, nomeadamente o « EU e os OUTROS».
O Conhecimento, A Comunicação, Os Objectivos, As Necessidades, A Assertividade, As Relações Interpessoais, a Mente e o Cérebro, entre outras.
Todos estes assuntos são ferramentas que depois de analisadas e estudadas, nos ajudarão a ter uma vida mais saudável e que se resume no texto a seguir:
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