Regresso-Estamos de volta

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Psicologia para uma vida saudável

A ”Psicologia para uma vida saudável" tem estado silenciosa, mas muito ativa! Quatro turmas a funcionar em pleno, sala cheia.

Continua a crescer o interesse por esta disciplina e cada vez mais se torna necessário apostar nesta área, tendo em conta os constrangimentos criados pela pandemia e outros acontecimentos globais que interferiram (e continuam a interferir…) com a saúde mental. Na verdade, o stress, a ansiedade, o medo e as fragilidades físicas são problemas reais, muitas vezes vividos de forma solitária.

Por outro lado, há mais informação sobre a importância da Psicologia na melhoria da qualidade de vida e isso é fundamental numa universidade sénior.

Os professores Vítor e Nelson, têm-nos sabido acompanhar com muita competência e sabedoria, fazendo com que sejamos também construtores de relações amigáveis nesta universidade, onde também vivemos de afetos.

Há sempre a oportunidade de aprender, de dar testemunhos de vida e partilhar preocupações de forma a minimizar o efeito dos problemas que desativam o nosso bem-estar e agigantam as mágoas. Percebemos que há alternativas, há ajudas e esse é o trabalho do psicólogo.

Começámos pelo conhecimento do “eu”, para que sejamos capazes de olhar de frente, com sinceridade, os nossos pensamentos, atitudes e opções que, na verdade, são os responsáveis por noites sem sono e dias cinzentos.

Aprendemos algumas estratégias para ter uma “mente positiva" e atitudes de comunicação que podem fazer a diferença na relação que estabelecemos com os outros. Especial realce foi dado à “escuta ativa”, nesta redefinição de conceitos e comportamentos capazes de gerar magia no nosso quotidiano.

A autoestima até deu direito a conferencista (Dra. Débora Água Doce) especialista na matéria.  Na verdade, ninguém ajuda ninguém se primeiro não cuidar de si próprio e ninguém ama se não se amar primeiro.

Continuamos com o interesse em alta e preparados para continuar.

Sabemos, agora, que é possível trabalhar em nós o que nos impede de viver bem e reformular posturas, atitudes e expectativas para ter os dias mais leves e cheios de luz.

Sebastiana, aluna de Psicologia

3 de Abril 2022


Psicologia hoje

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Actividades em tempo de pandemia

Serviço de Psicologia: actividades desenvolvidas

Em tempos de Pandemia, o Serviço de Psicologia da Casa do Educador & Unisseixal continua a desempenhar funções em tele trabalho, ao serviço dos alunos da Unisseixal e dos membros da Cesviver.

Atualmente existem 5 grupos de alunos, mediados pelos psicólogos, Dr. Vítor Vitorino e Fiona Sofia, que realizam video conferências por Messenger às segundas, quartas e sextas-feiras, e, cujo conteúdo é publicado na Página de Facebook: “Unisseixal – Psicologia para uma vida saudável”. Esta dinâmica tem como objetivos a promoção do bem-estar e convívio através de partilhas; o fortalecimento das relações interpessoais; a estimulação de funções cognitivas, nomeadamente da atenção e da memória a curto e a longo prazo; o desenvolvimento do empowerment, tornando os participantes com um papel mais ativo e autónomo; tudo isto é promotor de uma melhoria na qualidade de vida, bem como de um envelhecimento mais saudável e ativo.

As consultas de apoio e de acompanhamento psicológico estão a decorrer pelo telefone ou por video chamada por Messenger ou WhatsApp.

Têm sido feitos contatos telefónicos aos alunos das turmas de psicologia da Unisseixal e dos membros da Cesviver, de forma a disponibilizar apoio psicológico, caso seja necessário e, se possível, ir ao encontro das necessidades expressas pelas pessoas.

Dado que todos anos aparecem mais novos casos de défices cognitivos que podem ter diversas origens, tais como, por exemplo, depressão, AVC, Parkinson, Esclerose múltipla, Traumatismo Craniano Encefálico, entre outros, a estimulação das funções cognitivas torna-se, deste modo, algo cada vez mais pertinente. Neste sentido, o Serviço de Psicologia da Casa do Educador & Unisseixal dispõe de um Programa Certificado de Treino Cognitivo Informatizado denominado de Cogweb.

É relevante referir que os estudos indicam que os programas de intervenção cognitiva são eficazes na estabilização ou na melhoria do défice cognitivo, e que promove, desta forma, uma manutenção ou um aumento do desempenho cognitivo e da autonomia da pessoa, de acordo com as características do utente/cliente e, caso exista, da lesão.

Este programa é uma ferramenta que permite a implementação de planos de treino cognitivo online, supervisionado e prescrito, neste caso, pelo psicólogo; e que vão de acordo com as necessidades das pessoas.

Neste seguimento, é importante referir que existem diversos tipos de exercícios, e que estão organizados por função cognitiva (atenção, memória, funcionamento executivo, linguagem, capacidade construtiva e cálculo, e que permite a evolução ou a regressão de nível de dificuldade, consoante o desempenho do utente/cliente).

A grande vantagem que os alunos têm ao realizar estas sessões em casa, no seu computador pessoal, devido ao confinamento que a Pandemia Covid-19 gerou na vida de todos nós, é que podem fazer a sessão de treino cognitivo sem um tempo programado, as vezes que desejarem, diariamente, sozinhos e/ou em família, podendo consultar, no final da sessão, os seus resultados.

Atualmente as sessões de treino cognitivo através do Cogweb estão a ser realizadas por alguns alunos da Unisseixal e membros da Cesviver que solicitaram este tipo de serviço, o que está a desencadear uma superação de dificuldades geradas por diversas crenças bloqueadoras que as pessoas tinham em relação à tecnologia; promovendo assim, um aumento de confiança, bem-estar, autonomia, motivação e autoestima.


Conversas com o Psicólogo

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Desde há cerca de 6 anos que a Casa do Educador tem vindo a prestar um serviço aos seus Associados, Aderentes da Cesviver e Alunos da Universidade Sénior do Seixal (o qual é designado por “Conversas com o Psicólogo”), e que compreende um Atendimento Psicológico Pontual.

É neste quadro que, por marcação (normalmente às 3ª Feiras de manhã), o Professor Dr. Vítor Vitorino tem vindo a atender, quando solicitado, pessoas que manifestam vontade e/ou necessidade de partilhar algumas das suas preocupações, problemas, angústias, dúvidas, ou, apenas conversar com “alguém”, e, caso seja necessário marcar-se para outro dia, deve entrar em contacto com a Secretária da Casa do Educador (Sra. D. Cármen).

Temos agora o gosto de anunciar que passámos a contar, também, com a colaboração da Psicóloga Fiona Sofia, que se encontra a realizar o seu Estágio Profissional na Casa do Educador, e, como tal, também ao serviço dos Sócios, Alunos e Aderentes da Cesviver e da Universidade Sénior do Seixal, que irá, juntamente com o Professor Dr. Vítor Vitorino, dinamizar as Aulas de Psicologia para uma Vida Saudável, desenvolver Sessões de Estimulação Cognitiva Grupais e Individuais, Realizar Avaliação Psicológica e Acompanhamento Psicológico com supervisão sempre que solicitado, bem como aplicar Inquéritos de Satisfação aos alunos da Unisseixal e sua análise estatística, no sentido de Promover um maior Bem-Estar e Qualidade de Vida a todos.


Psicologia da Educação

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Introdução

A psicologia tem várias ramificações de conhecimento e neste artigo falaremos daquela que se dedica a estudar como se dá o aprendizado em ambientes educativos e a eficácia das intervenções neste contexto.

Trata-se da psicologia da educação, que se centra no processo de ensino-aprendizagem.

Definindo a psicologia da educação

Segundo os pesquisadores, a história da psicologia da educação se confunde com o início da psicologia científica e a evolução do pensamento educativo, em meados do século XIX.

A tarefa mais importante da psicologia educacional é verificar, entre os conhecimentos proporcionados pela psicologia científica, quais são os mais importantes para compreender o comportamento das pessoas no ambiente educacional.

Psicologia escolar e da educação

Apesar de serem muitas vezes utilizadas como sinónimos, os teóricos destacam haver diferenças fundamentais entre as duas áreas.

Os psicólogos educacionais dedicariam seus esforços à investigação e produção de conhecimento, enquanto os psicólogos escolares trabalhariam na rotina das escolas e instituições de ensino, juntamente com a psicopedagogia. Ou seja, a primeira seria uma área de conhecimento e a outra um campo de atuação profissional.


O Cérebro

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O cérebro é uma das ferramentas mais avançadas que o ser humano tem. É um órgão complexo que forma o sistema Nervoso Central e que constitui a parte mais volumosa e conhecida como encéfalo.

O cérebro é o órgão encarregado de controlar e regular a maioria das funções do corpo humano e da mente.

Controla as funções vitais como: temperatura, pressão sanguínea, ritmo cardíaco, respiratório, dormir e comer.Controla também os movimentos que fazemos como: caminhar, andar, correr, falar,estar de pé, etc.

Controla também as funções cognitivas, a memória, aprendizagem, percepção. Recebe, processa, integra toda a informação que recebe dos sentidos, a vista, o ouvido, o tacto, o gosto e o olfacto.

É responsável pelas nossas emoções. «Já dizia Hipócritas, o cérebro humano, é uma das criações mais complexas, enigmáticas e ao mesmo tempo perfeitas do universo.

►Podemos treinar e melhorar as funções do cérebro?– Podemos! Iremos ver como.

►Podemos tomar medidas para prevenir / retardar a degradação das funções cerebrais que ocorrem com o passar dos anos? – Podemos! Iremos ver como.

Para fazermos uma avaliação da nossa Saúde Mental, o prof. Vitorino forneceu nos um questionário com 33 perguntas às quais tínhamos que responder, aplicando uma chave padrão fornecida , no final, a qual nos dá uma indicação de como como pode estar a nossa Saúde Mental e do que podemos fazer para a melhorar e prevenir uma precoce degradação cerebral.

As indicações /sugestões que nos dá o questionário, é aquilo que cada pessoa é, e podemos aceitar alguns desafios, em termos de práticas e hábitos, com vista a corrigir aquilo que possa estar menos bem, no nosso dia a dia.

Isto é uma competição, connosco mesmo, e ao fazermos um propósito em melhorar alguma coisa nomeadamente na alimentação e por ai fora, como a seguir se descreve.

Então para melhorarmos a nossa saúde mental, podemos deitar a mão a várias ferramentas, nomeadamente:

►Termos uma alimentação saudável, beber muita água, ausência de tabagismo, exercício físico, ter um bom relacionamento(familiar e com os outros), meditar, ler e escrever, dormir bem e descansadamente, ter objetivos para a vida, nada de stress e ausência de solidão.

Brevemente voltaremos a abordar este tema.

Para um estudo mais aprofundado recomendamos a obra:

Cuide do seu Cérebro … e melhore a sua Vida, de Álvaro Bilbau, Editora Planeta, Lisboa, 2017


Benefícios para a Mente

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Caminhadas

As caminhadas aumentam a criatividade e as ideias surgem com mais facilidade, diz um estudo da American Psychological Asssociatiom.

Pensamento

Caminhar melhora o despenho do pensamento, desencadeando o processo de passagem de uma ideia para a outra.

Atenção

Permite ainda renovar a capacidade de atenção e leva as pessoas a desempenharem tarefas difíceis no trabalho com melhor disposição.

Criatividade

Aumenta também exponencialmente a criatividade, pois andar ao ar livre leva que haja uma renovação cognitiva e emocional predispondo a pessoa a obter novas ideias.

Ideias

Caminhar aumenta a tendência das pessoas para falarem e potencia a expressão da memoria associativa, facilitando assim o surgimento de mais ideias.

(Artigo da Revista Visão onde o Prof. Carlos Neto, da Faculdade de Motricidade Humana diz:)

“Viemos ao Mundo para caminhar, não para estarmos sentados”

Nelson Dias

27/11/2019


Breve resumo dos temas do Ano

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Caros Colegas!

Neste ano é propósito do professor Vítor Vitorino, abordarmos e reflectirmos  sobre vários temas, nomeadamente o « EU e os OUTROS».

O Conhecimento, A Comunicação, Os Objectivos, As Necessidades, A Assertividade, As Relações  Interpessoais, a  Mente e o Cérebro, entre outras.

Todos estes assuntos são ferramentas que depois de analisadas e estudadas, nos ajudarão a ter uma vida mais saudável e que se resume no texto a seguir:

Estou num ponto da minha vida onde quero ver:

  • A minha família feliz
  • A minha saúde razoável
  • A minha mente lúcida
  • As minhas finanças equilibradas
  • E nada de drama ou stress

O que é a Psicologia

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Psicologia é a ciência que estuda o comportamento, os processos mentais e a relação entre eles em todo o domínio em que entram os comportamentos observáveis (correr, andar, falar, etc) assim como os não-observáveis (pensar, emocionar-se, etc).

As disciplinas da Psicologia estão ligadas ao estudo da personalidade, da aprendizagem, da memória, da inteligência, do sistema nervoso e das relações inter-pessoais, do desenvolvimento humano, dos processos psicoterapêuticos, do sono e do sonho, do prazer e da dor, da vida e da morte... talvez, devido a estas últimas, se observa bastante a Psicologia como uma ciência oculta segundo o senso comum, porém ela é realmente uma ciência fidedigna. (...)

Ler mais informação

 


Recomeçando

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Após um ano e nove meses de interrupção, eis-nos a retomar actividade do nosso Blog.Neste momento pretendemos informar Alunos/as e demais leitores de que uma nova Equipa está a trabalhar e a dar os primeiros passos para reactivar o Blog da Disciplina "Psicologia para uma Vida Saudável".Dentro de algumas/poucas semanas daremos mais notícias.Estamos, desde já, abertos e disponíveis para acolher os vossos comentários, sugestões e outros contributos que desentendam fazer-nos chegar.

Até breve

Nelson Dias

Vítor Vitorino


Atitudes de comunicação

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As atitudes de um sujeito dependem das experiências. Pode dizer-se que também é a predisposição a reagir a um estímulo de maneira positiva ou negativa sendo um dos conceitos fundamentais da psicologia social. Integra a opinião (comportamento mental e verbal) e a conduta (comportamento activo) e indica o que interiormente estamos dispostos a fazer. Assume três grandes dimensões: uma afectiva, uma cognitiva e uma comportamental.

Littlejohn (1978), define atitude como um estado mental que cria presteza para o comportamento positivo ou negativo em relação a indivíduos, situações ou coisas. Apesar de as atitudes se inter-relacionarem mutuamente, não se pode afirmar com certeza que elas dirigem ou influenciam o comportamento dos indivíduos. Atitudes podem ser classificadas em operacionais, sociais e emocionais.

  • A atitude operacional pode ser: arrojo, eficácia, eficiência, deliberada, cooperativa, adaptável, responsável, coerente, concentrada, perseverante, pragmática, organizada;
  • A atitude social pode ser: diplomática, participativa, impecável, reverente, madura, provocadora, modesta, entusiasta;
  • A atitude emocional pode ser: amorosa, generosa, autêntica, apreciativa, pura, sensual, alegre, libertadora, parental, compassiva, inocente, tolerante;

Porter distinguiu seis tipos de atitudes:

Atitude de Avaliação:

  • É um juízo de valor acerca de comportamento (verbal/não verbal) manifestado pelo interlocutor.

Atitude de Orientação:

  • Esta atitude consiste em modelar e controlar o comportamento futuro do interlocutor.

Atitude de Apoio:

  • Consiste numa resposta simpática que tem como objectivo criar relacionamento concordante entre o emissor e o receptor.

Atitude de Interpretação:

  • Esta atitude consiste na interpretação do sentido da comunicação do interlocutor.

Atitude de Exploração:

  • Consiste na recolha de informações do nosso interlocutor.

Atitude de Compreensão:

  • Centra-se no interlocutor e nos sentimentos. Consiste em reformular e clarificar.

Consideramos nestes seis tipos de atitudes:

  • Atitudes de influência ou desnivelantes: avaliação, orientação e interpretação. Trata-se de atitudes que implicam a invasão do outro quer a nível do acto, do pensamento lógico, da moral e do sentimento. Emissor - inferior/receptor-modelo.
  • Atitudes de não-influência ou nivelantes: apoio, exploração e compreensão. Estas atitudes implicam o tratamento do Outro com respeito.

Importa referir que em situações de tensão ou conflito, as atitudes de influência ou desnivelantes tendem a provocar uma relação negativa enquanto que as atitudes de não-influência ou nivelantes se mostram favoráveis ao bem-estar psicológico e ao bom relacionamento e comportamento ajustado dentro dos contextos sociais.

Mudança de atitudes

  1. Emissor da mensagem: credibilidade, semelhança com o receptor, carácter atraente;
  2. Natureza da mensagem: sua tonalidade afectiva e organização interna;
  3. Receptor: a sua inteligência, auto-estima e credulidade;
  4. Canal de comunicação: suporte e contexto geral.

Funções das atitudes

  1. Motivacionais: satisfazer as necessidades psicológicas de adaptação (relacionadas com a gratificação), de defesa (protecção do eu) e de expressão de valores (sentido de identidade);
  2. Cognitivas: fornecem padrões e pontos de referência que permitem ao indivíduo dar sentido ao seu mundo conceptual interior;
  3. Sociais: referem-se à influência da posição dos outros na formação das atitudes e a sua respectiva função nos grupos sociais.